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Tecnologia IX

Greve da NAV cancela e atrasa voos

Os trabalhadores do setor de aviação e aeroportos, NAV, estão hoje em greve. Forma cerca de 21 os voos cancelados com partida e chegada a Portugal e mais de cem os que sofreram atrasos devido à greve. O aeroporto mais afetado está a ser o da Portela. Os trabalhadores da NAV estarão em greve entre as 07:00 e as 09:00 e as 14:00 e as 16:00 de hoje.

No aeroporto da Portela antes das 8h da manhã já tinham sido cancelados dez voos de partida, sete deles da TAP, e onze de chegada, quatro da TAP e cinco da EasyJet, segundo avança o Jornal de Notícias. Há mesma hora registaram-se atrasos e problemas em 40 voos de partida, 24 de Lisboa, 10 do Porto e 6 de Faro. O JN adianta ainda que 66 voos de chegada foram afetados com a greve, verificando-se mais consequências em Lisboa, em 50 voos, no Porto em 10 e no Algarve em 6.

A greve está presente em todos os estabelecimentos da NAV Portugal, incluindo o grupo ANA, a ANAM – Aeroporto da Madeira, a Portway, a TAP, a UCS – Cuidados Integrados de Saúde, a PGA, a Megassis (empresa de engenharia informática do grupo TAP), a SATA Açores, a SATA Internacional e a SATA Gestão de Aeródromos. Os trabalhadores da empresa Groundforce  - assistência em terra – não estão a fazer greve devido a um acordo sobre o Acordo de Empresa que está a ser cumprido.

O Jornal de Notícias avança ainda os motivos da greve por parte do SITAVA: “contra o não cumprimento dos Acordos de Empresa e o esbulho dos rendimentos, designadamente os subsídio de férias e de Natal, o trabalho suplementar, as anuidades/ diuturnidades”.

O representante da NSV – empresa responsável pela gestão do espaço aéreo português -, Carlos Felizardo, afirmou à agência lusa que a adesão entre as 7h e as 9h rondou os 100%. Além da paralisação desta manhã estão previstas paragens por parte dos trabalhadores da NAV entre as 14 e as 16 horas e as 21 e as 23 horas de hoje.

Pesquisas da Google estão mais inteligentes com o Knowledge Graph

A Google introduziu um novo sistema de pesquisas no seu motor de busca. A procura de informações está agora mais objetiva e mais significativa, transformando o Google Search numa ferramenta de conhecimento.

O maior motor de busca mundial deixa simplesmente de mostrar apenas informações e resultados «frios» dos termos que são pesquisados, para passar a mostrar um produto inteligente e que se adapta melhor à procura que o utilizador faz. O Google Search deixou de ver as palavras como meros termos algorítmicos de pesquisa, reconhecendo agora as «coisas» tal como elas são: uma pessoa, uma cidade ou uma empresa que se enquandram em determinados contextos. Para muitos este é considerado o primeiro grande passo da Web semântica, aquela que consegue perceber os elementos dentro de determinado contexto. A Google preferiu chamar-lhe Knowledge Graph.

Em tradução livre, o Grafo do Conhecimento funciona como uma grande teia que consegue estabelecer relações históricas, temporais e sociais entre diferentes termos – tal como os humanos fazem. Ao falar em Paris um utilizador pode estar a referir-se apenas à capital de França, ou à cidade em si, ou até a algum tipo de empresa que tenha o mesmo nome. Com o novo sistema de pesquisas, ao digitar Paris no Google Search, no lado direito da página de resultados irá aparecer uma descrição da cidade como se de um perfil se tratasse: nome, localização, número de habitantes ou custo do nível de vida. Depois, logo abaixo, aparecerão outros resultados que podem interessar para a pesquisa do utilizador, como outras capitais europeias, nomes de equipas desportivas da cidade, monumentos parisienses ou mais informações sobre a França. Este é o tipo de relações que o Google será capaz de mostrar.

As informações relacionadas já são utilizadas por outro tipo de empresas: o Facebook a sugerir amigos,

Mobilidade na função Pública limitado a 60 km

Segundo o Público, a proposta final do secretário de Estado enviada aos sindicatos deixa cair a mobilidade dos trabalhadores em toda a zona metropolitana de Lisboa e Porto, limitando a 60km a distância entre a localização do novo serviço e a sua residência.

Com esta nova proposta, poderá estar mais próximo um acordo entre o Estado e os funcionários públicos, sendo que o Estado ainda irá compensar as despesas com deslocações adicionais que os funcionários terão, durante o período de mobilidade.

No entanto, esta nova proposta indica que não precisa da autorização do trabalhador para a mobilidade até aos 60kms, mas disponibiliza a possibilidade de o trabalhador se opor à mobilidade, “invocando e demonstrando prejuízo sério para a sua vida pessoal”, dando dois exemplos, inexistência de transporte público colectivo ou duração do transporte entre a residência e o local de trabalho.

A Mobilidade terá a duração de um ano e o Estado pagará as ajudas de custo por inteiro.

iPhone 5 pode ter ecrã de 4 polegadas

Os rumores são cada vez mais sobre o próximo iPhone, nomeadamente o tamanho de ecrã que deverá ser maior. Últimos rumores apontam para 4 polegadas.

Desta vez foi a vez do site Wall Street Journal publicar uma notícia citando fontes próximas das fabricantes do ecrãs para a Apple, que já teá encomendado ecrãs de 4 polegadas.

Anteriormente, já se falou num ecrã de 4,6 polegadas, no entanto é um ecrã de 4 polegadas que mais tem sido referenciado pela imprensa internacional.

O aumento do tamanho de ecrã do próximo iPhone é quase certo, já que as concorrentes da Apple, nomeadamente a Samsung que terá ultrapassado a Nokia na venda de telemóveis, têm conseguido uma boa parte do mercado com smartphones topos de gama com ecrãs maiores, como o caso do Galaxy S II, Galaxy Note ou o próximo Galaxy S III, que terá um ecrã de 4,8 polegadas.

A encomenda dos novos ecrãs terá sido a três fornecedores: LG Display, a Sharp e a Japan Display.

Pirate Bay offline por 24h devido a ataque pirata

O Pirate Bay foi alvo de um ataque de negação de serviço, que fez com que o famoso site ficasse offline por, pelo menos, 24 horas.

O ataque DDoS foi confirmado pelo próprio site através da página no Facebook. Este ataque aconteceu após, num post no blog do Pirate Bay, o site ter se mostrado contra os ataques DDoS que o Anonymous tinha efectuado a uma operadora de internet britânica por terem bloqueado o acesso ao site no seu país.

Após a crítica do Pirate Bay a este tipo de ataques hacker, a suspeita recaiu nos Anonymous, que foi prontamente negado pelo próprio Pirate Bay e pelo grupo. Já são 7 operadoras que bloquearam o Pirate Bay na Holanda e, também, no Reino Unido.