
Tecnologia V
Noventa e três por cento dos usuários de internet no Brasil já fizeram compras online
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De acordo com o estudo, a internet é a grande influenciadora na hora de o consumidor se decidir por uma compra. Mais do que ouvir a opinião de parentes e amigos, 77% dos entrevistados afirmaram que adquirem informações sobre os produtos em sites de busca, redes sociais, blogs ou sites institucionais das empresas. "E mesmo quando a compra não é realizada pela internet, a consulta de informações na rede é considerada essencial no processo de decisão, o que torna necessária a presença digital mesmo para marcas que não utilizam o canal de venda online diretamente", afirma Bruno Maletta, sócio da M. Sense. Outro dado revelado na pesquisa reforça a necessidade da presença online: apesar da diferença no volume de investimento ainda ser muito grande, a publicidade online ganha cada vez mais importância junto aos usuários de internet – 47% a consideram muito influente, contra 38% que julgam que a publicidade na TV exerce muita influência na hora da compra.
Perfil do e-consumidor
Noventa e três por cento dos entrevistados das classes C/D/E já são e-consumidores, contra 90% dos pertencentes às classes A/B. Noventa e seis por cento dos entrevistados entre 25 a 29 anos consomem online, contra 94%
IPO do Facebook já tem demanda acima da oferta
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De acordo com a agência de notícias Reuters, apesar da preocupação sobre a desaceleração do crescimento e sinais de que a companhia enfrenta problemas em elevar as receitas de anúncios móveis, até o momento, investidores institucionais indicaram demanda por ações em quantidade acima do que o Facebook vai oferecer.
Analistas dizem que a companhia, que busca levantar cerca de US$ 10,6 bilhões ao vender mais de 337 milhões de ações por US$ 28 e US$ 35, pode elevar a faixa de valor por papel se a demanda for boa o suficiente. Segundo a fonte, um investidor institucional de peso fez uma grande reserva de ações nesta quarta-feira (09/05).
O Facebook se recusou a comentar o assunto.
Presidente do Yahoo! deixa a empresa após acusação de mentir em currículo
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O cargo de CEO será ocupado pelo presidente interino Ross Levinsohn. Além de Thompson, outros três diretores deixaram a empresa.
De acordo com o Wall Street Journal, Thompson disse a membros do conselho de diretores do Yahoo! que estava com câncer de tireoide e que a renúncia teria relação com a doença.
Thompson assumiu o cargo em janeiro deste ano e foi duramente criticado por um grupo de diretores liderado por Daniel Loeb, que questionavam a sua capacidade de comandar a empresa.
O antigo presidente passou as últimas semanas no meio de uma polêmica. Thompson afirmou em seu currículo que é graduado em Ciência da Computação e Contabilidade, mas o grupo de Loeb questionou a formação.
CEO do Yahoo! pede desculpas por mentir sobre a sua formação
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Thompson também enviou um email a todos os funcionários da empresa com o pedido de desculpas. A ação do CEO do Yahoo! veio horas após o investidor Daniel Loeb pedir formalmente a demissão de Thompson do cargo que ocupa desde janeiro.
Loeb, que detém 5,7% das ações da companhia, apontou que o currículo de Thompson tinha um curso de Ciências da Computação criado após a data indicada pelo executivo. Thompson alega em seu CV que é formado em Ciências da Computação e Contabilidade, mas o investidor questiona a primeira formação.
"Eu quero que vocês saibam que estou profundamente arrependido de como essa questão está afetando a empresa e todos vocês", escreveu Thompson. "Todos nós estamos trabalhando duro para levar a empresa para frente e isso teve o efeito oposto. Por isso, assumo total responsabilidade, e quero me desculpar com vocês."
Os diretores do Yahoo vão fazer uma análise sobre a questão para decidir o futuro de Thompson dentro da empresa.
Dez executivos que mentiram no currículo
| projetostematicos.pbworks.com |
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Tomando este fato como ponto de partida, o site Read Write Web listou outros dez executivos que mentiram em seus diplomas e que foram punidos de alguma forma. Veja abaixo:
Ronald Zarella
O CEO da Bausch & Lomb disse que fez um MBA na Escola de Negócios Stern em Nova York (Estados Unidos). Ele chegou a cursar alguns anos, mas não se graduou. Os antigos empregadores nunca checaram, mas ele foi descoberto pela multinacional e perdeu US$ 1,1 milhão em bônus na companhia. Apesar de tudo, ele permaneceu no cargo, pois a empresa achava que ele era muito importante para o desenvolvimento do negócio.
George O’Leary
O treinador da Universidade de Notre Dame afirmou que tinha feito um mestrado em educação na Universidade Stony Brook NYU, porém, estes nomes tratam-se de suas universidades distintas (Stony Brook e NYU). Na verdade, ele fez dois cursos na SUNY Stony Brook e não se graduou. O treinador também afirmou ter ganhado jogos de futebol americano na Universidade de New Hampshire, mas nunca chegou a jogar pela escola. Depois de cinco dias como treinador, os superiores encontraram as imprecisões em seu CV e ele renunciou ao cargo. George disse que preencheu o currículo errado.
Marilee Jones
A chefe de admissões do MIT inventou que tinha se formado na Universidade de Medicina de Albany, mas a instituição não tinha nenhum registro da profissional.








