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Tecnologia XIII

YouTube: jovem "brinca" em corda, derruba telhado e vira hit

Um vídeo postado no YouTube em 22 de abril deste ano está fazendo sucesso no Facebook. Nele, um jovem aparece praticando equilíbrio no "slackline", uma modalidade que, normalmente, utiliza uma linha de nylon de uma polegada, tensionada entre dois pontos de ancoramento.

Neste viral, no entanto, algo inesperado acontece, para além do esporte. Enquanto o jovem se equilibra, um dos pilares que sustentam um telhado se desfaz, acarretando a queda de parte da estrutura de uma casa.

No Facebook, usuários reagem ao vídeo
A usuária Carol Wiese escreveu, sobre o vídeo: "O cara que projetou a edicula nao teve aula de Sistemas Estruturais". Eliane Ferrari é mais efusiva: "Eu quase morri qdo vi esse video!!! Alias decorei 1´08" e surpresa!!!!!!!!!!! quero o contato do engenheiro da casa!. "Na mesma linha, Mateus Garcia Ferreira avisa: "Colegas arquitetos e engenheiros! Vejam a importância do concreto armado!!!! O interessante da brincadeira acontece em 1:11 min!!!! ".

A maior parte dos comentários, no entanto, são de risadas, como a de Lucas Soares. "hahaha.. Postaram no meu mural aki no face esse video.. o cara é uma mulaaa...!!. Já Daniel Temponi é mais direto: "KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK bem feito !!!".

Marcelo Cidral confirma a viralização do vídeo: "todas na agência pirando nesse vídeo", enquanto Bruna Yara é mais cautelosa: "kkkkkkkkkkkkkk.... Crianças não façam isso em casa!!!!!!!!!!!!!!".

Irã ameaça Google por omitir nome Golfo Pérsico de mapas

O Irã ameaçou nesta quinta-feira adotar medidas legais contra o Google se o buscador omitir em seus mapas e serviços geográficos o nome Golfe Pérsico, informou nesta quinta-feira a televisão oficial em inglês, PressTV.

O Irã está realizando uma intensa campanha contra "denominações alternativas" e que omitem chamar de Pérsico o golfo que o país forma com o Iraque e a península Arábica. Alguns países árabes chamam o acidente geográfico de golfo Arábico ou simplesmente Golfo, o que o Irã considera uma forma de desconsiderar seus direitos históricos e políticos na região.

"Jogar com as novas tecnologias em assuntos políticos é uma das novas medidas dos inimigos (o Ocidente e seus aliados) contra o Irã, e neste sentido utilizam o Google como um brinquedo", disse nesta quinta-feira o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Ramin Mehmanparast.

O funcionário afirmou que o Google poderia sofrer "graves danos" e enfrentar "ações legais" se não usar a designação Golfo Pérsico. Para o porta-voz, fazer isso é "jogar com os sentimentos e as realidades da nação iraniana".

Recentemente, o Google eliminou de seus mapas a denominação Golfo Pérsico e essa parte do globo aparecia sem nome. Na mesma região, no entanto, as designações Mar Vermelho, Golfo de Áden, Mar Arábico e Golfo de Omã continuam aparecendo.

As autoridades iranianas mantém bloqueados um grande números de páginas da internet, entre elas jornais estrangeiros e grupos sociais e políticos do país e internacionais. Além disso, as redes sociais estão proibidas pois o governo do país considera que elas atacam a moral da República Islâmica.

O Irã anunciou que está preparando a construção de uma rede de informática própria, com servidores nacionais, para garantir a segurança de suas instituições oficiais e entidades privadas de interesse público, como os bancos, embora assegurou que os usuários também poderão ter acesso à rede mundial.

Cofundador do Facebook, brasileiro pode ser banido dos EUA

Após anunciar que renunciaria à cidadania americana, o brasileiro que ajudou a fundar o Facebook, Eduardo Saverin, pode ser banido dos Estados Unidos, de acordo com informações dos sites Business Insider e ABC News.

De acordo com notícias prévias, a renúncia à cidadania aconteceria para que ele não pagasse os mesmos impostos de um cidadão americano. Com isso, Saverin economizaria US$ 67 milhões. O problema é que a atitude do empresário está causando furor no Senado americano.

Como conta a ABC News, o senador Chuck Schumer lidera uma frente que se colocou abertamente contra a postura de Saverin. "Pare de tentar se desviar das suas resposnabilidades com os impostos como cidadão americano ou nunca mais pise nos Estados Unidos", afirma o site sobre o recado direto dado pelo senador.

Durante uma conferência à imprensa na manhã desta quinta-feira, Schumer, em parceria com o senador Bob Casey, irá propor uma medida chamada "Ex-Patriot - Expatriation Prevention by Abolishing Tax-Related Incentives for Offshore Tenancy" (em português, "Prevenção de Ex-patriação por Abolição de Incentivos Relacionados a Impostos", em tradução livre).

Para os senadores, uma medida concreta precisa ser tomada pelo governo americano para impedir o que eles chamam de "esquema" para burlar o pagamento de impostos nos Estados Unidos. O plano é impor as taxas que cidadãos americanos pagam até mesmo para ex-patriados, como Saverin, que saíram dos EUA e fixaram residência em outro país. Além disso, o objetivo é impor uma taxa obrigatória de 30% nos ganhos de qualquer pessoa que renunciar à cidadania americana.

Por último, a medida também impediria que cidadãos que renunciassem à cidadania entrassem novamente no país. O objetivo de Saverin é se livrar dos impostos americanos e se tornar um residente permanente de Singapura. Ele, no entanto, não é o único. De acordo com a ABC News, no ano passado, 1,7 mil pessoas renunciaram à cidadania americana.

Apple terá dificuldade para reduzir dependência da Samsung

A Apple vai enfrentar dificuldades para reduzir a dependência que tem da Samsung Electronics no fornecimento de componentes eletrônicos, disseram analistas e fontes do setor nesta quinta-feira, apesar das especulações de que começou a reduzir o uso de chips de memória Samsung.

A Samsung perdeu 6% no valor de mercado, ou US$ 11 bilhões, após um veículo da imprensa de Taiwan ter noticiado na quarta-feira que a Apple tinha feito grandes encomendas de chips de memória dinâmica de acesso aleatório (DRAM, em inglês) à fabricante japonesa Elpida.

A notícia alimentou preocupações entre os investidores da Samsung de que a Apple deseja fazer da Elpida, concordatária, uma fornecedora muito mais importante de componentes, o que reduziria as vendas da sul-coreana.

A Apple é a maior compradora de chips e telas da Samsung, mas as duas empresas são fortes rivais na venda de smartphones e tablets e travaram uma guerra de patentes.

No entanto, analistas de tecnologia nos Estados Unidos e Coreia do Sul duvidam de que a matéria do DigiTimes, se confirmada, sinalize grandes danos para a Samsung e a posição dela como fornecedora da Apple, apesar da feroz onda de venda de ações da companhia.

"A Apple vem diversificando seus fornecedores e o acordo com a Elpida não afeta outros grandes fornecedores porque a participação da Elpida no mercado mundial de chips DRAM é bastante pequena", disse uma fonte com conhecimento direto nas vendas da Elpida.

A fonte disse que a Elpida já vende mais de metade de seus chips DRAM à Apple e que sua produção atual oferece pouca oportunidade de tirar mercado da Samsung, que atualmente detém mais de metade do mercado mundial de chips DRAM.

?Não há novidade, já que a Elpida já destina de 40% a 60% de sua produção de chips DRAM à Apple, de acordo com nossas verificações", disse Simon Woo, analista do Bank of America Merrill Lynch.

Lee Sun-tae, da NH Investment & Securities, concorda: ?"O mercado está reagindo desproporcionalmente à notícia. Os chips DRAM para aparelhos móveis respondem por apenas 10% do lucro operacional da Samsung".

França: pesquisadores criam papel de parede que "protege" Wi Fi

Pesquisadores franceses do Instituto Politécnico de Grenoble, em parceria com o Centre Technique du Papier, desenvolveram um papel de parede capaz de bloquear sinais Wi-Fi, o MetaPaper. As folhas, produzidas à base de celulose, podem proteger lares e escritórios de ondas eletromagnéticas emitidas no ambiente externo.

Ao contrário de outras tecnologias que bloqueiam sinais, baseadas na gaiola Faraday (que bloqueia todo o tipo de radiação eletromagnética), o papel de parede francês veta apenas um grupo seleto de frequências usadas por conexões wireless, em especial as do tipo LAN, permitindo a transmissão de ondas como as de rádio e telefonia celular.

De acordo com o site ReadTechNews, o MetaPaper está sendo licenciado para um fabricante finlandês e, segundo seus criadores, o preço final do produto deverá ser "equivalente ao de outros papéis de parede de qualidade". As vendas ao consumidor tem início previsto para 2013.

Durante uma demonstração de funcionamento do papel de parede, o diretor de estudos da School of Advanced Systems and Networks do Instituto Politécnico de Grenoble, Pierre Lemaitre-Auger, destacou que o MetaPaper pode ser usado em áreas como hospitais, teatros e hotéis para previnir e controlar a entrada de ondas eletromagnéticas geradas por Wi-Fi, protegendo também a saúde das pessoas e não somente computadores e seus dados.

Ele acrescentou que "pessoas que querem a oportunidade de se proteger e ter níveis muito baixos de ondas de rádio em seu apartamento" também poderão usufruir do produto. Além disso, o MetaPaper também evita que usuários "não convidados" se aproveitem de conexões Wi-Fi.

De acordo com seus desenvolvedores, o papel de parede também pode ser impresso industrialmente, para melhores efeitos decorativos, e pode ser aplicado sobre superfícies de gesso ou madeira com a mesma efetividade de segurança.