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Tecnologia XLI

Baidu mostra smartphone com 100 GB de armazenamento na nuvem

Se o Google tem o Android, agora é a vez do “Google chinês” ter seu próprio telefone. O Baidu, buscador chinês líder de mercado em seu país de origem, mostrou no começo desta semana o Changhong H5018, smartphone simples desenvolvido para fazer sucesso no país oficial dos xinglings.

À primeira vista, as armas que o aparelho tem para enfrentar Androids de entrada e outros smartphones genéricos que existem em seu quintal são modestas. O Changhong H5018 tem debaixo de seu capô um processador MTK6573 de módicos 650 MHz de clock, tem conexões WiFi, Bluetooth, GPS, GSM e WCDMA (sim, as duas), rádio FM e tela de 3,5 polegadas com resolução de 480 x 320 pixels. Tudo ornamentado por um corpo esguio que lembra o do Nokia N9 e que pode vir em várias opções de cores.

Da China

Se as características técnicas não ajudam na hora de tentar colocar o H5018 no hall da fama dos telefones inesquecíveis, seu software se esforça um pouco mais. O aparelho dispensa o Android para rodar uma versão “altamente modificada” do sistema operacional do robozinho, chamada de Baidu Cloud OS. A maior vantagem do programa são os 100 GB de armazenamento na nuvem para todos os clientes, sem necessidade de pagamento de tarifas adicionais ou coisa assim.

Só para comparar, a cifra é 50 vezes maior que o plano básico do Dropbox, 20 vezes maior que o Google Drive e iCloud, quatro vezes maior que o Microsoft Skydrive e duas vezes maior que o grandalhão Box.net. E rumores levantados pelo site The Verge apontam que “no futuro” poderá haver uma versão que terá nada menos do que 300 GB à disposição de seus felizes usuários.

Na China, o modelo está a venda por 899 yuans. Achou caro? Isso dá R$ 280. Nada mal, diz aí.

Com informações: Sina Tech (com ajuda do Google translate).

PC do tamanho de um pendrive com Ubuntu e Android começa a ser entregue

Na onda do Raspberry Pi e de outros micro-PCs, o Cotton Candy, colocado em pré-venda no começo do ano, começará a ser entregue para os felizes compradores até o final do mês.

Planejado para ter a primeira leva entregue em março, a FXI acabou atrasando a entrega do Cotton Candy, visando melhorar um pouco o acabamento visual do produto. Aparentemente a espera valeu a pena, já que o produto está bem mais apresentável – apesar de ser do tamanho de um pendrive.


(']);">Vídeo do YouTube)

Compatível com Ubuntu e Android 4.0, o Cotton Candy tem um hardware que pode parecer modesto mas dá conta do serviço: processador ARM Cortex A9 de 1,2 GHz, processador gráfico ARM Mali-400MP, 1 GB de RAM, e suporte a até 64 GB de disco (com o uso cartões de memória microSD).

Com tudo isso, temos uma máquina capaz de rodar vídeos em Full HD e rodar jogos e programas sem muitos problemas. Óbvio, não será possível rodar Diablo III nele, mas você não estava pensando em fazer isso, estava?


(']);">Vídeo do YouTube)

Mas calma que a remessa que sairá esse mês só vale para os compradores da Escandinávia que fizeram a pré-ordem. O resto do mundo ainda vai ter que esperar um pouquinho. Ou ficar de olho nos sites de leilões.

Com informações: Engadget.

Leica lança câmera que custa US$ 8 mil e tira apenas fotos em preto e branco

A conceituada fabricante de materiais fotográficos Leica apresentou nesta semana dois lançamentos que deverão abalar os coraçõezinhos de entusiastas e fazer com que os mais abastados gastem algum dinheiro nas melhores lojas do ramo.

A primeira novidade é a elegante M Monochrom, câmera que tem sensor fotográfico de 18 megapixels sem matriz de cor, e que por isso só é capaz de tirar fotos preto e branco em 35 mm. De acordo com a fabricante, a vantagem da câmera frente a usar computadores para tirar a cor das fotos é que o sensor dedicado em PB é capaz de absorver mais luz e gerar imagens mais límpidas e puras, que dispensam longas sessões de ajustes e correções posteriores.

Além disso, a câmera tem tela de 2,5 polegadas, viewfinder tradicional, ISO que pode chegar a 10.000 e atingir velocidades de 1/4000. Suas vendas iniciam em Julho por exatos US$ 7.950, e você provavelmente não irá comprar.

Leica M Monochrom

A outra novidade é a re-edição da Leica M9-P “Edition Hermès”, que já deu as caras em 2003 e 2009. Limitada a 300 peças, a linha é o sonho de consumo de todo fotógrafo fashion e foi criada para homenagear Jean-Louis Dumas, que comandou a grife de luxo Hermès entre 1978 e 2006. Toda feita a mão, a belezoca tem sensor de 18 megapixels “especialmente desenvolvido”, tela de 2,5 polegadas, viewfinder tradicional e chega com três lentes da marca, também feitas a mão.

Veja como a Leica M9-P “Edition Hermès” é feita:


(Vídeo do YouTube)

A diferença da edição especial para a versão comum é o acabamento em couro da câmera, que também chega acompanhada de uma bolsa especial e de um par de luvas (!) para que seu feliz usuário manipule seu novo brinquedo sem danificá-lo de nenhuma maneira.

O modelo tradicional da Leica M9-P é o mais tradicional da Leica, e pode ser comprado por US$ 7 mil (lá fora). Já edição especial começa a ser entregue em julho e pode ser sua por US$ 50 mil, e é quase certo que você não irá (nem pode) comprar.

Com informações: New York TimesLeica.

A expectativa do lançamento de um grande jogo

No momento em que escrevo estas linhas, uma boa parcela da comunidade gamer mundial comemora o lançamento do terceiro capítulo da franquia Diablo (alguns até já acumulam horas jogando). Dá até dor admitir isso, mas eu infelizmente fiquei de fora desse mega evento que é Diablo III — ou, pelo menos, por algumas semanas.

A culpada por isso é minha placa de vídeo, velha de guerra e moribunda, cuja operação provoca ruídos similares aos de um carro de Fórmula 1 acelerando numa reta. Além de fazer o gabinete inteiro zunir graças ao seu cooler todo estourado e provavelmente desalinhado (sim, já tentei limpá-lo e não adiantou), o componente com o pé na cova às vezes causa o desligamento do computador inteiro. Neste exato momento a placa está ronronando daquela forma ritmada que já lhe é característica.

De uma placa de vídeo comprada em 2009 não dá pra esperar muito. Além disso, meu casamento iminente está redirecionando toda a minha renda para preparativos matrimoniais. Por isso, serei um dos infelizes que só irá pegar Diablo III meses depois de todos os seus amigos.

E isso é uma porcaria. Aquela onda de pegar o game logo no lançamento (como eu acredito que uma boa parte de vocês fez com o terceiro Diablo), e de se imergir no assunto do jogo durante uma ou duas semanas sem parar, faz parte intrínseca da experiência.

Tento participar disso com meus jogos favoritos. Um dos lançamentos que mais me prendeu a atenção (naquele esquema de marcar o dia no calendário e ficar contando “faltam só 6 dias! Agora faltam só 5 dias! Tá chegando!”) foi o de GTA IV.

Sempre fui um fã inveterado da série, desde os tempos do primeiro jogo no PC. Acompanhei todos os lançamentos; quando o quarto jogo foi lançado (o primeiro da série que

Sandboxie: Teste aplicativos sem medo no seu Windows

Com instalações e desinstalações de aplicativos no Windows a todo momento, o sistema operacional tende a ficar mais lento e cheio de arquivos inúteis. Além disso, sites que exploram falhas de navegadores e plugins podem causar um belo estrago na máquina. Como evitar esse tipo de problema?

O Sandboxie utiliza uma técnica bem interessante: os aplicativos que você escolher rodam de maneira isolada no sistema e todas as alterações de registro, configurações ou arquivos ficam numa área reservada, chamada de caixa de areia. Assim, fica fácil reverter as mudanças ou eliminar o software com apenas um clique. Você até poderia usar uma máquina virtual, mas a perda de desempenho e a exigência de uma grande quantidade de RAM acabam tornando o processo meio ingrato para uma tarefa tão rotineira.

Sandboxie roda programas de maneira isolada e impede mudanças no sistema operacional.

A técnica é a mesma do Google Chrome, onde os sites e plugins rodam em processos separados, impedindo na teoria que um plugin instável trave todas as abas (Flash, estou olhando para você). O melhor de tudo é que o Sandboxie é gratuito para uso pessoal, com uma licença vitalícia por 29 euros que pode ser utilizada em quantos computadores você tiver.

Utilizar o programa é bem simples: após baixar e instalar o Sandboxie, clique com o botão direito do mouse num atalho, executável ou instalador e acesse a opção “Rodar numa caixa”. O programa que será executado na área restrita terá acesso a todos os seus arquivos, mas não poderá modificá-los diretamente — uma versão modificada será salva na sua caixa de areia, mantendo o original inalterado. Mudanças no registro também serão aplicadas somente na sua caixa de areia. O título do programa estará com um “[#]“, para indicar que ele está rodando de maneira isolada.

Se o aplicativo que você estava testando não atendeu as suas necessidades ou era um malware, apague todo o conteúdo da sua caixa de areia clicando com o botão direito no ícone do Sandboxie na área de notificação, entre no menu da sua instância (por padrão o nome é DefaultBox) e clique em Apagar conteúdo.

Prontinho! Seu sistema operacional continua novinho em folha e poupou você de mais uma restauração ou formatação de disco rígido. :-)

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