• Conheça o nosso novo modelo 05 - Exclusivo para produtos artesanais ou retrô.

Tecnologia XLIII

Poltrona inflável com speakers

Nada melhor que chegar cansado de um dia de trabalho em casa, sentar em uma poltrona confortável, tomar uma bebida e escutar uma boa música. Mas você esqueceu de ligar a música e agora vai ter que levantar da poltrona confortável só para liga-la? Não mais!

Essa é a Inflatable iMusic Chair, e o que podemos falar dela refere-se apenas a coisas boas. Em primeiro lugar, ela é inflável. Ou seja, se não a quer ocupando espaço para poder fazer limpeza na casa, basta esvazia-la e pronto. O melhor é que ela vem com um dispositivo para que você possa inflá-la com os pés, assim não vai correr o risco de morrer sem fôlego tentando enchê-la.

Em segundo lugar, ela possui speakers embutidos próximos a região da cabeça e encaixes para ligar smartphones e aparelhos mp3. Ou seja, deitou, tirou o celular do bolso, encaixou na entrada da poltrona e pronto! Basta relaxar ao som de suas músicas preferidas, direto na própria poltrona.

Por fim, ela não é cara! Na Think Geek você pode adquiri-la por apenas US$ 39,99 (menos de R$ 80,00). É comprar, inflar e relaxar!

Um vírus que cria eletricidade

Normalmente, quando ouvimos falar a respeito de vírus, a primeira coisa que bem a cabeça são coisas negativas. Vírus de doença e vírus de computador são duas grandes dores de cabeça para qualquer um, isso é fato.

Mas um vírus chamado M13 simplesmente, tem o poder (literalmente) para mudar o mundo. Uma equipe de cientistas do Laboratório de Berkeley, possibilitou (geneticamente) que o vírus M13 pudesse emitir energia suficiente para abastecer uma pequena tela de LED. O M13 não representa nenhuma ameaça para os seres humanos – só pode infectar bactérias – mas um dia ele pode servir a humanidade, ao ligar seu laptop, ou mesmo abastecer a sua cidade.

O segredo da M13 se esconde em algo chamado “efeito piezoelétrico”, que acontece quando certos materiais como cristais (ou vírus) emitem uma pequena quantidade de energia se forem comprimidos. O M13 apresenta esse efeito, possibilitando a criação de uma espécie de verniz que contenha essa propriedade. Imagine só pintar uma camada dessa espécie de verniz sobre o seu laptop. Toda vez que você toque no teclado, estes vírus irão converter a pressão de seus dedos em eletricidade que alimentaria constantemente a sua bateria. Qualquer tipo de movimento pode ligar gerar essa reação no M13, de modo que você pode conseguir energizar a sua casa, saltando para cima e para baixo sobre um piso revestido com o vírus, ou mesmo um smartphone, apenas chacoalhando ele no seu bolso!

É claro que várias pesquisas ainda serão feitas até que o M13 represente um produto que podemos adquirir no dia a dia, mas só de pensar que algo que só o nome já representa coisas negativas, vir a gerar um avanço tecnológico como esses, nos faz esfregar as mãos e cruzar os dedos para que consigam chegar a um projeto final, onde você poderia decretar liberdade total das companhias de energia e suas taxas abusivas.

Via: IO9

Carro anfíbio para passeios marítimos

Recentemente falei aqui sobre um hovercraft que voa, mas parece que isso não é o bastante para os gênios da engenharia mecânica e suas ideias mirabolantes. Aliás, voar pode ser desnecessário quando você pode transformar um carro em um barco. E com estilo, diga-se de passagem.

O Projeto Sea Lion – nome do carro da foto – na verdade foi criado para bater um recorde diferente: o veículo mais veloz entre estrada e água. Não é algo que vemos todo dia, definitivamente.

Ele é feito de alumínio escovado soldado com solda TIG, feito a partir de detritos derretidos e componentes moídos, devidamente fundidos para ganhar forma. Ele também possui um monocoque integrado, soldado na parte central, para auxiliar na distribuição do peso.

Toda tecnologia empregada para que o veículo pudesse flutuar e acelerar como se estivesse nas estradas, fizeram o Projeto Sea Lion custar em torno de meio milhão de reais! E unicamente com o propósito de quebrar um recorde que seria praticamente único, é importante salientar.

Se a ideia vai morrer após a quebra desse recorde, não temos como saber. Mas se seguir em frente e for comercializado, veremos o congestionamento da Marginal Tietê passando para o próprio Rio Tietê.

Via: DVICE

Detalhes sobe a demissão de Eduardo Saverin

Quando Mark Zuckerberg criou o Facebook (inicialmente “thefacebook”), enfrentou diversos problemas judiciais, inicialmente por estudantes de Harvard que teriam passado a ideia para Zuckerberg – que por sua vez, teria “roubado” a mesma – e posteriormente, com seu próprio amigo Eduardo Saverin.

Tudo teve início quando Zuckerberg pede um primeiro investimento para Eduardo Saverin (seu amigo brasileiro de Harvard), que investe US$ 15 mil no site; o site faz sucesso instantâneo; Zuckerberg e equipe então, vão para a região do Vale do Silício, enquanto Saverin fica em Nova York para levantar fundos.

Irritado com a demora de Saverin e com problemas logísticos, que exigiam maior presença do cofundador, Zuckerberg discute o assunto com Sean Parker, investidor conhecido pelos aportes ao Napster. A partir disso, começa a preparar um plano para diminuir a participação de Saverin no negócio e assim ganhar autonomia para tocar os negócios como achar melhor.

Zuckerberg cria uma empresa em Delaware (para receber investimentos), transfere o TheFacebook.com e toda a propriedade envolvida para a sua nova empresa e na abertura para investimentos, torna a participação de Saverin praticamente nula, se garantindo como diretor. Acontecia ali uma “demissão indireta” de Saverin.

A divisão da empresa antes se dava entre Zuckerberg (65%), Saverin (30%) e Moskovitz (5%). Após dar o seu jeitinho, Zuckerberg conseguiu obter autorização de Saverin para aumentar o número de ações da empresa, diluindo a participação do brasileiro de 30% para 24% e, após a entrada de Sean Parker, 10%. Zuckerberg ficou com 40%; Moskovitz, com 16%; o investidor Peter Thiel, 9%; e ainda sobraram 20% para futuros empregados.

“No que diz respeito ao Eduardo, eu acho que é tranquilo pedir sua permissão para aumentar o número de ações da empresa. Especialmente, se fizermos isso enquanto levantamos o dinheiro. Provavelmente é menos OK dizer para ele quem está ganhando as ações [Peter Thiel e Sean Parker], porque ele pode ter uma reação adversa inicialmente. Mas acho que a gente pode fazer ele entender isso”, dizia o email que Mark Zuckerberg escreveu ao seu advogado.

Concluindo a história, Saverin processou o Facebook e conseguiu que seu nome passasse a figurar como cofundador do site (o que não acontecia antes), e conseguiu manter de 4% a 5% da companhia em suas mãos, algo em torno de US$ 5 bilhões (valor 350 mil vezes maior que o seu investimento inicial).
Saverin renunciou na semana passada à sua cidadania americana para se livrar de taxas sobre sua fortuna e mora atualmente em Cingapura.

Via: Business Insider

Teste instantâneo de HIV

Pior do que a incerteza se é um portador do HIV ou não, creio que seja a espera de muitas semanas até ter o resultado definitivo. Pelo menos quando a isso, não existe mais preocupação.

Gostaria que a notícia fosse sobre a descoberta da cura para o HIV, mas por enquanto, a única coisa que conseguiram foi acelerar o processo para descobrir se uma pessoa é portadora ou não do vírus.

O teste promete identificar se o indivíduo se encontra infectado em apenas 20 minutos, quase funcionando como um teste de gravidez, só que para identificação do HIV, uma revolução em comparação aos antigos testes “rápidos”, em que era necessário sempre o envio de uma amostra de sangue para ser analisada em clínicas, e enviada de volta por correio.

A FDA(responsável pela checagem de alimentos e remédios nos EUA), espera que com o teste consiga, atingir um alcance maior de clientes, de modo a prevenir ainda mais o risco de contaminação. A forma bem mais rápida de identificação do teste é a chave para a prevenção, pois o fato de recebermos em minutos o resultado, permite ainda que muito mais pessoas tenham tempo e a paciência para o fazer sem terem de esperar muito tempo.

Ainda não tem data nem preço definido para o início da comercialização do teste, mas a expectativa é que ocorra dentro das próximas semanas.