
Tecnologia XXIX
Microsoft deverá faturar US$ 250 milhões com IPO do Facebook
TM Arun Kumar, Computerworld India
17 de maio de 2012 - 10h25
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A Microsoft está pronta para faturar 250 milhões dólares quando vender 20% de sua participação no Facebook, estimada em 1,8%, na oferta inicial próxima pública (IPO) da gigante das redes sociais. No extremo do valor proposto por ação (38 dólares), a participação total da Microsoft estaria avaliada em cerca de 1,25 bilhão de dólares.
De acordo com a última apresentação de regulamentação pelo Facebook, a Microsoft está vendendo pouco mais de 6,5 milhões de suas cerca de 32,7 milhões de ações, o que renderia 249,1 milhões de dólares. Se os investidores no IPO exercerem plenamente a sua opção de compra de ações adicionais, então a Microsoft ganharia um adicional de 37 milhões de dólares com a venda adicional de 983 mil ações.
Em outubro de 2007, a Microsoft investiu 240 milhões de dólares no Facebook, em um acordo que avaliava a rede social em cerca de 15 bilhões. À época, a MS venceu a oferta da Google.
Quando a Microsoft investiu no Facebook, o MySpace.com, da News Corp, era a líder indiscutível. Desde então, o Facebook tornou-se um monstro com quase 1 bilhão de usuários.
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TIM inicia cadastro para interessados em ultrabanda larga
Da Redação
17 de maio de 2012 - 10h40
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A banda larga de fibra óptica da TIM está próxima de ser lançada. Na quarta-feira (16/05) a empresa anunciou a abertura de um cadastro, para que os consumidores interessados recebam em primeira mão novidades sobre o serviço.
A princípio, o Live TIM – nome dado ao produto – só será oferecido nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro. Apenas nessas duas regiões a tele espera atrair 1 milhão de clientes em até cinco anos, entre usuários finais e empresas.
Por enquanto há poucas informações disponíveis sobre o Live TIM. Sabe-se que a velocidade máxima da conexão chegará a 100 Mbps (megabits por segundo) para o mercado residencial e 1 Gbps (gigabits por segundo) para o corporativo. Segundo o site oficial, não haverá limite de download.
A expectativa é que o serviço comece a ser comercializado em julho, embora a companhia não revele uma data específica para o lançamento. Quanto aos preços para os usuários finais, caso a TIM não fuja muitos dos valores fixados pela concorrência – o Vivo Speedy Fibra, por exemplo –, eles deverão partir de 90 reais, no plano mais básico, e atingir os 230 reais, para o mais rápido.
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Pela primeira vez em três anos venda de celulares cai
John P. Mello Jr., PC World /EUA
17 de maio de 2012 - 11h05
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De acordo com o instituto de pesquisas Gartner, 419,9 milhões de celulares foram vendidos no mundo todo no último trimestre, terminando em março. Isso representa uma queda de 2% para o mesmo período de 2011. É a primeira vez que há um declínio no mercado desde 2009.
Isso ocorreu em grande parte devido a uma desaceleração de vendas no extremo oriente, explicou Anshul Gupta, principal analista de pesquisas do Gartner do Reino Unido.
“O primeiro trimestre, que é tradicionalmente o mais forte na Ásia e é impulsionado pelo Ano Novo Chinês, viu uma falta de lançamentos de novos produtos por parte das maiores fabricantes, e os usuários atrasaram a compra de produtos novos na esperança de verem melhores smartphones chegando ao mercado mais tarde”, ele disse em uma declaração.
Para os consumidores, especialmente aqueles que não fazem questão de comprar telefones de marcas famosas, a crise nas vendas pode ser algo bom. Isso porque os fabricantes famosos de celulares não foram capazes de ajustar seu nível de produção, resultando em acúmulos de estoque. O Gartner acredita que parte desse volume será vendida durante os próximos dois trimestres, porque se espera que diminuam os preços para eliminar o estoque.
Os desenvolvimentos que o Gartner espera que se recuperem até o fim do ano incluem lançamentos contínuos de telefones 3G pelos fabricantes locais e regionais na China e a introdução de aparelhos no Ocidente baseados nas novas versões do Android e do Windows, assim como a introdução antecipada de um novo modelo de iPhone da Apple.
Stefanini compra Top Systems e acelera estratégia no setor financeiro
Da Redação
17 de maio de 2012 - 11h42
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A provedora de tecnologia Stefanini realizou a compra da uruguaia Top Systems, desenvolvedora de sistemas para bancos e instituições financeiras, para reforçar a estratégia de serviços e produtos para o mercado financeiro. Os termos do acordo não foram revelados.
Segundo a Stefanini, o mercado financeiro é uma das verticais mais importantes da companhia, representando 33% do faturamento. Mais de 90% dos bancos privados do Brasil são atendidos por serviços da Stefanini, incluindo os vinte maiores do País, diz.
Ainda de acordo com a empresa, as soluções da Top Systems podem realizar todas as etapas da gestão bancária, permitindo que instituições financeiras de qualquer tamanho transformem processos com agilidade, facilidade e segurança.
“A aquisição da Top Systems possibilita à Stefanini ofertar uma solução diferenciada em core banking por meio de uma plataforma única e distribuída. Dessa forma, o cliente otimiza a gestão, segurança e comunicação”, garante Marcos Monteiro, diretor de Business Consulting da Stefanini.
Monteiro diz que as soluções Top Systems utilizam a metodologia arquitetura orientada a serviços (SOA) e arquitetura Java, plataforma aberta.
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SendGrid chega ao Brasil para disputar a gestão de e-mails na nuvem
Edileuza Soares
17 de maio de 2012 - 11h47
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Animada com bom momento da economia brasileira e o potencial de crescimento dos negócios de TI no mercado interno, a companhia norte-americana SendGrid, que gerencia serviços de e-mais na nuvem, acaba de desembarcar no País. A empresa oficializou a operação local e designou para conduzir suas atividades aqui o executivo Pedro Sorrentino, cofundador do Resolva.me, site que pesquisa serviços na web, comprado pelo Buscapé.
Fundada em 2009 com aporte de fundos de investimentos, a SendGrid processa mensalmente cerca de 3,5 bilhões de e-mails para mais de 80 mil clientes espalhados pelo mundial que contratam seus serviços pelo modelo de cloud computing. São mensagens críticas para os negócios que dependem da confirmação de recebimento como é o caso das compras online, ingressos de shows ou ações de marketing.
Durante visita ao Brasil, o CEO da SendGrid, Jim Franklin, argumentou que o gerenciamento de e-mails é vital para alguns negócios, como por exemplo, para empresas de e-commerce e que realizam campanhas de marketing. Ele afirma que o papel dessas companhias não é cuidar dessa tarefa, mas sim vender e organizar eventos, que é o core business delas.
Franklin observa que esse serviço ainda e pouco explorado no mercado brasileiro e que a SendGrid está chegando cedo para aproveitar as oportunidades de negócios. “É muito importante estarmos aqui e atuarmos juntos com nossos parceiros globais, como a Microsoft”, diz, afirmando que a competição aqui ainda é pequena. Uma de suas concorrentes no mercado internacional é a Amazon Web Services (AWS), que tem uma oferta para gerenciamento de e-mail no mesmo modelo de cloud computing.
Entrada na América Latina
A SendGrid já atendia empresas locais com serviços hospedados




